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Chủ Nhật, 21 tháng 2, 2016

Flávia e Daniele conquistam 4 medalhas em Baku


O dia foi bom para o Brasil no Azerbaijão. Flávia Saraiva e Daniele Hypólito conseguiram repetir boas performances nas finais de hoje e terminaram o dia com 4 medalhas: 2 ouros para Flávia no solo e trave, uma prata para Daniele nas assimétricas e mais um bronze para Flávia nas assimétricas. Flávia foi a ginasta mais condecorada da competição.

Daniele acertou novamente sua série de barras assimétricas e tirou sua melhor nota do ciclo nesse aparelho: 13.800. A série está curta, o que é muito bom, porque deixa pouco espaço para descontos. No geral, quanto mais tempo em cima do aparelho, mais descontos a ginasta está sujeita. Os exercícios estão todos ligados, a nova largada está segura e a saída foi cravada. No salto, outro aparelho que disputou hoje, não teve quedas, mas não executou bem o yurchenko com pirueta e meia, deixando a final sem medalhas.

Flávia errou a paralela mas não teve quedas. Não conseguiu passar o troco na barra baixa depois do pak e teve que fazer mais dois kips e lançamentos. Após isso, continuou a série sem problemas e cravou a saída, pontuando 13.250 e ficando com o bronze. Na trave, fez sua melhor série em competições até hoje, mas os juízes estavam muito rígidos e, apesar de ter se apresentado muito melhor do que na classificatória, conseguiu uma nota inferior, 14.800, mas ainda suficiente para o ouro. No solo, continuou com os saltos e/ou giros não validados, mas mantendo a mesma nota de partida e a primeira colocação com 13.850.

Confira as séries das ginastas na competição!

Daniele no salto e assimétricas





Flávia nas assimétricas, trave e solo







No masculino, a equipe do Japão liderou as finais, com destaque para o ginasta Kenzo Shirai, que levou o ouro no solo com 16.150 (D 7.5) e no salto com 14.975. Seu compatriota, Tomomasa Hasegawa levou o ouro no cavalo com alças com 15.400 (D 6.8) e na barra fixa com 14.800 (D 6.8). Oleg Stepko conquistou o ouro na paralela para a equipe da casa com ótimos 15.550 (D 6.8) enquanto a final de argolas foi liderada pelo ginasta turco Ibrahim Colak, que alcançou a nota de 15.450 (D 6.7). Resultados completos.

As próximas competições que o Brasil participa são:

- American Cup, 05/03, nos Estados Unidos, participa Lucas Bittencourt e Lorrane dos Santos.

- Copa do Mundo de Glasgow, 12/03 na Escócia, participa Arthur Nory.

- Trofeo Citta di Jesolo, 19 e 20/03 na Itália, participa seleção feminina do Brasil com Daniele Hypólito, Jade Barbosa, Flávia Saraiva, Lorrane dos Santos e Rebeca Andrade.

Post de Cedrick Willian

Foto: Ivan Ferreira / Gym Blog Brazil

Thứ Bảy, 20 tháng 2, 2016

Flávia e Daniele passam bem pelas classificatórias e estão nas finais em Baku


Flávia Saraiva e Daniele Hypólito terminaram hoje a competição classificatória em Baku e o Brasil será representado em todas as finais femininas. No salto, Daniele se classificou em 3º lugar com 13.850. Nas assimétricas, Flávia se classificou em 2º lugar com 13.850 e Daniele se classificou em 3º com 13.400. Nas finais de trave e solo, Flávia se classificou em primeiro em ambos, com 15.150 na trave e 13.800 no solo.

Daniele não apresentou novidades no salto, competindo com saltos simples. Nas assimétricas, entretanto, fez sua série nova que agora tem duas largadas. Mesmo com descontos grandes na oitava com pirueta e na saída, finalizou com 13.400 e pode aumentar a nota na final. Daniel ainda competiu na trave, quando também tentou realizar um upgrade na sua série, uma entrada de layout seguida de outro layout (que bonifica em 0.2), mas acabou tendo uma queda nessa sequência e também no mortal esticado e acabou fora da final.

Flávia também fez duas estreias nessa Copa do Mundo: competiu com série nova na paralela, que contém mais uma largada, um jaeger carpado que pode evoluir para um esticado. Pode melhor muito sua nota, que contém vários errinhos de execução nos lançamentos à parada. Na trave, apresentou sua série atual que tem potencial para atingir os 6.9 de nota D. Nessa competição, conseguiu 6.5; de todas as ligações que apresentou, a mais duvidosa foi a do salto sissone seguido após o mortal esticado, que provavelmente não foi considerada. No solo, apresentou uma coreografia nova e muito dinâmica. A nota D deveria ter sido de 5.6, mas a ginasta só conseguiu 5.4. A série atual não perde em nada no quesito artisticidade se comparada à outra.

Confira as séries de Flávia Saraiva na competição.

Assimétricas



Trave

As possibilidades de Flávia alcançar a nota D de 6.9 estão em todas as ligações consideradas. Nessa série, Flávia teve as seguintes sequências consideradas: layout + layout (0.2); rondada + mortal esticado considerada (0.1); sequência de aerials (0.3). Considerando as sequências de mortal esticado + sissone (0.1), cortada em arco + salto anel (0.2) e mortal pra frente + wolf jump (0.1), Flávia pode chegar em sua D mais alta. Considerando a excelente execução que possui em um dia de acertos, Flávia tem chances de conquistar uma final olímpica nesse aparelho.



Solo

Flávia poderia ter alcançado a nota D de 5.6 se os juízes não tivessem rebaixado um salto de valor D (provavelmente o cadete com pirueta) e se tivesse o seu giro em attitude de valor B considerado. Nessa série, Flávia contou com dois saltos C, um salto D e um exercício de valor A.



As finais serão transmitidas online amanhã, a partir das 6h, no link http://www.idmantv.az/canli/idman-canli-yayim.htm . Acompanhem!

Post de Cedrick Willian

Foto: Ivan Ferreira / Gym Blog Brazil

Thứ Tư, 17 tháng 2, 2016

Flávia e Daniele fazem a primeira competição do ano


As ginastas Flávia Saraiva e Daniele Hypólito estão em Baku, no Azerbaijão, para abrir a participação do Brasil em etapas de Copa do Mundo em 2016. Flávia vai competir nas assimétricas, trave e solo enquanto Daniele compete na trave, solo e, talvez, no salto.

Daniele entrou na competição para substituir Rebeca Andrade, que estava cotada apenas para fazer barras assimétricas. A substituição causou indagações quanto a saúde de Rebeca, que tranquilizou a todos com um post nas redes sociais dizendo que estava tudo bem e que não viajou apenas para otimizar o seu treino.

Independente da presença da ginasta, o Brasil tem muito a mostrar. Numa competição relativamente fraca e sem um número relevante de ginastas de peso, o mais interessante de assistir realmente serão as performances das brasileiras. Faltando apenas dois meses para o Evento Teste, última chance de classificação olímpica para a nossa equipe feminina, é muito provável que a Copa do Mundo sirva para testar novas séries e elementos.

Daniele está com nova série de barras assimétricas, que conta com duas largadas, e as chances de que ela teste a série na competição é grande. Além disso, recentemente foi vista em um vídeo postado nas redes sociais treinando uma nova entrada na trave, uma sequência de dois layouts muito segura, e que bonifica em 0.2. Se realmente for competir no salto, pode ser que seja a hora de mostrar seu yurchenko com dupla pirueta. É muito interessante para a equipe que Daniele continue treinando paralela e salto, seus aparelhos mais fracos, e dessa forma seja competitiva e auxilie a equipe caso algo inesperado aconteça.

Flávia Saraiva também andou treinando algumas novidades, como o jaeger esticado e o van leween na paralela, além de ter várias sequências e acrobacias no solo nunca antes utilizadas em competição. Além disso, vai estrear sua nova série de solo, que conta com uma coreografia um pouco diferente da última utilizada. Há o interesse em que Flávia conquiste uma final de solo nas Olimpíadas, fato possível de acontecer, principalmente se os elementos acrobáticos saírem dos treinos e entrarem nas séries.

Expectativas e especulações à parte, ficaremos todos de olho na competição esse fim de semana, com as classificatórias no sábado e finais no domingo. Boa sorte ao Brasil e às ginasta!

Post de Cedrick Willian

Foto: Divulgação