Thứ Năm, 12 tháng 5, 2016

Começaram hoje as avaliações para decisão da equipe olímpica masculina


A seleção masculina do Brasil se classificou, pela primeira vez na história, com uma equipe completa para os Jogos Olímpicos. Se o trabalho de classificação foi difícil, o caminho para a escolha da equipe olímpica também não será fácil: escolher seis entre doze ginastas muito talentosos será uma das decisões mais difíceis do ano.

A primeira de uma série de avaliações está acontecendo agora, desde às 14h, no CT do Rio. Estão presentes: Diego Hypólito, Arthur Nory, Arthur Zanetti, Sérgio Sasaki, Caio Souza, Francisco Barreto, Petrix Barbosa, Péricles Silva, Ângelo Assumpção, Fellipe Arakawa, Lucas Bittencourt e Henrique Medina.

A equipe olímpica atualmente é composta por 5 ginastas - que na classificatória competem no sistema 5,4,3 - e um reserva. A ideia é que até o final de junho a equipe seja definida levando em conta os seguintes critérios:

- Para especialistas de solo, a média de notas tem que próxima de 15,750.
- Para especialistas de argolas, a média de notas tem que ser próxima de 15,800.
- Para ginastas individual geral, a média de notas tem que ser próxima dos 90 pontos.
- A equipe pode ter 1 especialista e 4 "all-arounders" ou 2 especialistas e 3 "all-arounders", isso só será decidido após todas avaliações.
- Ao término das avaliações as duas piores notas serão cortadas e será feita a média das melhores notas.

Após a avaliação de hoje, outras três avaliações estão agendadas - 14/05 e 16 e 18/06 - e duas Copas do Mundo - São Paulo e Anadia. As notas conquistadas nas Copas que já foram competidas esse ano também serão levadas em consideração.

Os principais especialistas e com grandes resultados atuais são: Diego Hypólito no solo, Arthur Zanetti nas argolas e Arthur Nory na barra fixa. Os principais ginastas no individual geral são: Arthur Nory, Sérgio Sasaki e Caio Souza. Francisco Barreto não é um ginasta de grande destaque no individual geral mas possui séries difíceis e bons resultados na paralela e barra fixa.

Claro que as avaliações estão sendo feitas para decidir o mais justo para todos. Entretanto, a equipe provavelmente será definida em torno desses seis atletas. Confira um post foi feito aqui no blog meses atrás e saiba a nossa opinião sobre a definição da equipe olímpica.

Post de Cedrick Willian

Fonte: ESPN
Foto: Ivan Ferreira / Gym Blog Brazil

Thứ Tư, 11 tháng 5, 2016

Julie Kim e Thauany Lee competem na Bulgária


As ginastas Julie Kim e Thauany Lee estarão em ação no próximo fim de semana na Copa do Mundo de Ginástica, etapa de Varna, na Bulgária. Enquanto Thauany tenta fixar mais ainda suas séries no cenário internacional, essa é a primeira competição de Julie Kim após a lesão que a deixou fora do Mundial de Glasgow no ano passado.

Thauany competirá em todos os aparelhos exceto salto. Julie fará paralela e trave. Na busca por uma vaga olímpica, essa é mais uma chance que as ginastas tem de apresentar bons resultados. O tempo afastada dos treinos de solo e salto podem ter feito bem para Julie, que passou mais tempo treinando paralela, o aparelho mais complicado do Brasil. Thauany já conquistou uma medalha de prata na trave esse ano com 14.150, ficando atrás apenas da romena Catalina Ponor em Doha.

A competição em Varna não estará tão difícil, mas contará com grandes ginastas, como Giulia Steingruber, Evgenia Shelgunova e Ana Sofia Gomez. Sem erros, é bem provável que as brasileiras consigam vagas nas finais e consigam fazer uma boa competição.

Provavelmente, a equipe que competirá os Jogos Olímpicos será estruturalmente muito parecida com a que se apresentou no Evento Teste. Entretanto, é bem possível que a vaga da ginasta reserva ainda esteja em aberto. Chances para Thauany e Kim darem o seu melhor e competirem pela primeira nos Jogos Olímpicos em casa.

Post de Cedrick Willian

Foto: Ivan Ferreira / Gym Blog Brazil

Thứ Ba, 10 tháng 5, 2016

Exclusiva GBB - Entrevista com treinadores e atletas da seleção feminina depois da classificação olímpica


Logo após a classificação olímpica no Evento Teste, atletas e treinadores conversaram com o GBB na zona mista da competição. Muitos detalhes e curiosidades sobre a classificação foram expostos, como, por exemplo, a lesão de Lorrane dos Santos, que a impediu de competir com todo seu potencial.

GBB - O desempenho das meninas foi excelente. Qual a sensação nesse momento?

Irina Ilyashenko - A competição foi muito boa. Estávamos passando por muita dificuldade, muitas meninas machucadas. A Lorrane praticamente não estava andando, treinou as últimas duas semanas com muita dificuldade e dor. Jade também estava com problemas na tíbia. Todas sofrendo um pouco: uma mais velha, a outra muito nova, a terceira machucada, mas como estávamos unidas a mais de um mês, desde que fomos para a Itália e emendamos com o estágio em Curitiba, isso foi muito bom para a equipe. Hoje competiram apenas com a falha de Jade na paralela, mas nem tudo é perfeito. E depois delas todas acertaram, né?

GBB - Parabéns! E o que vocês pretendem fazer daqui pra frente? Algum trabalho de recuperação?

Irina Ilyashenko - A Lorrane está fazendo um tratamento com choque que ajuda muito. Ainda não fez todas as sessões, então não sei se ela vai competir em Copas do Mundo porque tem que recuperar. Tudo que ela faz está doendo muito, é muita garra da parte dela, a dor é insuportável. Ela não estava conseguindo fazer chamada (contrapasso anterior à uma sequência acrobática)! Chegou a cair em alguns momentos, a perna estava falhando.

GBB - O objetivo agora é manter o que elas já estão fazendo e recuperar as ginastas ou aumentar o grau de dificuldade das séries?

Irina Ilyashenko - Agora é recuperar as ginastas machucadas. Se recuperarem bem, podemos aplicar novos elementos e aumentar as notas. Queria agradecer a vocês pelo apoio, obrigada!

GBB - Carolyne, esse é seu primeiro ano na categoria adulta e você teve a grande missão de competir em todos os aparelhos. Como você se sentiu e como foi isso para você?

Carolyne Pedro - Na verdade me senti muito nervosa. Foi minha primeira vez competindo em um pódio, tudo diferente. Foi uma experiência muito boa para mim, estou começando e o começo foi muito bom.

GBB - Qual foi seu melhor momento hoje na competição?

Carolyne Pedro - Todos os momentos, principalmente paralela.

GBB - Você vem de uma geração muito talentosa do CEGIN que chegaria em 2016 com idade para competir em grandes campeonatos. Entre tantas meninas talentosas, você imaginou que seria você quem estaria aqui?

Carolyne Pedro - Não, nunca imaginei, mas eu torcia muito para que eu pudesse viver esse momento.

GBB - Depois dessa carga de treinamentos forte que está passando, você pretende continuar no esporte?

Carolyne Pedro - Sim, pretendo continuar, mas tenho que ver como vou estar sentindo.

GBB - Você tem upgrades para suas séries que pretende adicionar?

Carolyne Pedro - No solo e na trave eu já tenho alguns elementos para adicionar.

GBB - Lorrane, como está sua lesão?

Lorrane dos Santos - Nesse momento de alegria eu não estou sentindo nada (risos), mas tenho que voltar a cuidar do pé. Apesar de não ser uma lesão muito séria, a dor é muito chata, estou com fascite plantar, dói muito, e dói para fazer tudo: andar, correr, saltar...

GBB - E como você aguentou competir assim?

Lorrane dos Santos - Só Deus sabe! (risos)

GBB - Estamos muito impressionados, você está de parabéns!

Lorrane dos Santos - Aguentei tanto nos treinos, sofri tanto, com tanta dor, que não podia desistir agora, sabe? Não podia fazer as coisas de qualquer jeito, por isso vim aqui e dei o meu melhor.

GBB - Você machucou competindo em Jesolo?

Lorrane dos Santos - Comecei o ano com essa dorzinha. Aí os médicos descobriram que era fascite plantar, mas não doía tanto. Fui pra American Cup e já estava doendo mais. Quando fui pra Itália, durante os treinos de solo acabei pisando num buraco com o pé machucado! Meu pé virou uma bola, não conseguia nem andar. Optamos por não competir e me poupar. Fiquei umas duas semanas parada e em uma semana voltei a fazer tudo e vim direto pra cá.

GBB - O que vai fazer agora? Vai parar um pouco?

Lorrane dos Santos - Vou ter que cuidar do pé agora. Estou fazendo um tratamento de choque, que foi o que me ajudou a melhorar 90% para competir aqui. O tratamento controla bastante a dor, não que eu esteja curada, mas pelo menos consigo correr melhor. Antes eu estava completamente parada. Tudo que eu faço é com esse pé machucado, por isso tive que competir simplificado e buscando a limpeza.

GBB - A gente sabe que você era próxima do Oleg. Como estão as coisas agora que ele foi embora?

Lorrane dos Santos - A diferença que deu nas minhas séries não se deve à saída do Oleg, mas sim por essa lesão. Na paralela estava com uma série nova, mas aí machuquei e o Alexander disse pra voltar com a antiga. Estava fazendo a ligação de jaeger + pak, treinando a dupla e meia no salto, e esse ano ainda não consegui fazer nada. No solo, o máximo que consegui foi o duplo twist carpado. Por isso quero recuperar completamente o meu pé. No solo tenho muito potencial, quero fazer um solo forte, competitivo, pra conseguir pegar final.

GBB - Você sabe se depois de tratar essas lesões vocês continuar reunidas?

Lorrane dos Santos - Acredito que vai continuar como estava antes: cada uma no seu clube e depois reunindo todo mundo. Depois que desmontarem toda essa estrutura a gente deve voltar pro Rio. Pelo menos umas duas vezes por mês a gente deve vir pra cá.

GBB - Francisco, fora o grupo que vimos hoje aqui, com um somatório que ultrapassaria até a equipe da China no ano passado, como estão as outras ginastas da seleção?

Francisco Porath - A Milena já voltou e só precisa perder um pouco de peso, mas está treinando bem. A Julie fez alguns exames e já está fazendo musculação para igualar a força das pernas. Está treinando bem e vai competir em Varna, na Bulgária. A expectativa é que ela continue progredindo. O somatório conseguido aqui deixa a gente muito feliz mas eu fico preocupado com a gente competindo junto e com todas as meninas fazendo tudo. Conseguimos quatro duplas no salto, isso pode levar a nota lá pra cima, mas a Rebeca fez só dois aparelhos, sendo que pode contribuir mais para o somatório. Agora precisamos descansar e tratar quem precisa.

GBB - Vocês tiveram que planejar um auge de treinamento para abril e agora tem que planejar outro auge para agosto. Qual a estratégia?

Francisco Porath - Agora vamos focar nas chances de finais. Vimos, com esse resultado, que temos chances de brigar numa final. Chances de medalha é difícil, mas ninguém sabe com certeza quais equipes vão acertar ou errar. São cinco ginastas competindo. Se as notas entrarem, estaremos brigando como os outros.

Post de Cedrick Willian

Foto: Ivan Ferreira / Gym Blog Brazil

Thứ Sáu, 6 tháng 5, 2016

Bielorrússia - O retorno da potência


Conhecida por formar ídolos e campeões, a Bielorússia sempre foi uma potência na ginástica artística, com medalhistas olímpicos, mundiais e europeus. Porém, desde o fim da União Soviética  - e por vários outros fatores, como a saída de mais de 100 treinadores do país tentados por ofertas excelentes -, a qualidade do esporte no país caiu consideravelmente. Agora, depois de muitos anos, a ginasta Kylie Dickson, que treina nos Estados Unidos, representará o país nas Olimpíadas.

A participação de Dickson nos Jogos do Rio é pequena, apenas um marco do início de um grande projeto que tem tudo para dar certo. Preocupados com o sucesso do esporte no país, que teve Vitaly Scherbo como seu último campeão olímpico em 1996, o Comitê Nacional e a Confederação de Ginástica Bielorussa uniram esforços em retornar à elite internacional. Um país que produziu Nellie Kim, Svetlana Boguinskaya, Ivan Ivankov e tantos outros não pode simplesmente assistir o fracasso atual sem tentar fazer algo.

Para tanto, os ginásios do país foram equipados com aparelhos de última geração e vários outros investimentos financeiros foram e estão sendo feitos. Com ajuda do Ministério dos Esportes, está sendo desenvolvido um estudo profundo dos problemas atuais do esporte, com consultas com especialistas estrangeiros e ideias de marketing. O foco dos treinamentos será nos ginastas juvenis, que já podem começar a apresentar resultados no próximo ciclo.

Oleg Ostanpenko foi contratado como treinador chefe da seleção feminina, além de possuírem Nellie Kim, presidente do comitê técnico feminino da FIG, como vice-presidente da Confederação de Ginástica. O responsável pelo cargo de treinador chefe da seleção masculina ainda não foi definido, mas estão procurando um especialista de alto nível. A proposta de desenvolvimento inclui facilitar o esporte, treinamento da equipe envolvida (médicos, fisioterapeutas, auxiliares, etc) e, talvez o mais importante e que o Brasil ainda não se atentou, desenvolvimento de novos treinadores no país.

Com pensamentos e programas sérios, com tantos interessados envolvidos e com vontade de fazer tudo dar certo, o retorno da potência Bielorúsia está muito perto de acontecer. Portanto, pode ir se acostumando: é provável que em poucos anos você volte a assistir excelentes atletas do país entre os finalistas dos campeonatos mais importantes do mundo.

Post de Cedrick Willian

Fonte: UEG
Foto: Associação de Ginástica da Bielorrússia

Thứ Ba, 3 tháng 5, 2016

VÍDEOS DE DESTAQUE


Alguns ótimos vídeos de destaque vistos recentemente!

Ângelo Assumpção treinando a sequência de duplo com dupla e meia + dupla de frente.

Um vídeo publicado por Angelo Assumpção (@angelo_assumpcao) em

Catalina Ponor treinando barras assimétricas, talvez para entrar numa possível disputa com Larissa Iordache pela vaga olímpica.


Fan Yilin com uma excelente série de barras assimétricas, digna de campeã olímpica!



Não são vídeos: excelentes GIF's de exercícios D pouco usados na trave. Muito interessantes!

Acesse o link: http://www.wogymnast.com/2016/04/gym-skills-guide-rarely-done-d-rated.html

Thứ Hai, 2 tháng 5, 2016

Construindo uma campeã


No último fim de semana, na etapa de Osijek da Copa do Mundo de Ginástica Artística, uma ginasta se destacou mais que as outras. A britânica Ellie Downie aproveitou todas as chances que tinha e foi campeã de todas as finais disputadas na Croácia.

Vencendo russas de renome e destaque, Downie não só foi a melhor como conquistou notas excelentes, chamando a atenção em vários momentos. Teve uma nota de execução excelente no salto e na trave, e foi muito correta nas assimétricas e solo. Enquanto outras erraram, ou não conseguiram exatamente o melhor que podiam, foi impecável. Para ganhar destaque, é assim que tem que ser.

Somando suas pontuações em cada aparelho, a britânica aparece com chances de pontuar acima de 59 no individual geral em uma competição feita no único dia.

Salto - 14,975 (DTY)



Barras - 14,650



Trave - 14,950



Solo - 14,575



Individual geral - 59,150

Com essas notas, Downie aparece com chances de ser um destaque no Campeonato Europeu que acontece dentro de um mês, além de várias chances de finais e medalhas por aparelhos. Também fortalece bastante a equipe que se destacou de forma surpreendente no último mundial.

E assim se constrói uma campeã: abraçando todas as chances de ser um destaque, independente de qual competição esteja. Indo além da conquista de uma medalha, mas melhorando as performances e dificuldades dos exercícios. Dando o seu melhor, seja numa Copa do Mundo Categoria B, num campeonato nacional ou numa final olímpica.

Foi isso que Downie fez, deu o melhor de si. Não dá para lembrar a última vez que uma mesma ginasta foi campeã de todas as finais em uma Copa do Mundo. Mas agora, por esse feito, a britânica está sendo lembrada e mencionada de forma positiva. E pode ter certeza que no Campeonato Europeu a ginasta vai chegar com mais confiança e os árbitros com a memória fresca. Grandes chances de obter mais sucesso.

Post de Cedrick Willian

Foto: Sports Visuals

Chủ Nhật, 1 tháng 5, 2016

Osijek conhece seus últimos campeões


Foi finalizada em Osijek mais uma etapa da Copa do Mundo de Ginástica, e os campeões desse segundo dia de finais foram conhecidos. Com alguns erros, ótimas finais e bons destaques, uma ótima competição pode ser apreciada.

A brasileira Carolyne Pedro dificultou sua série de solo e aumentou a nota de partida em 0.1: o duplo twist grupado, que era feito de forma isolada na segunda diagonal, agora faz parte da sequência de 1,5 pirueta ao passo + duplo twist. O restante das acrobacias e saltos continuam os mesmos, sendo que o aumento da nota D foi consequência da mudança na ordem acrobática, amentando a bonificação da sequência de 0.1 para 0.2. Carolyne fez uma boa série e conseguiu 13,625, terminando em 6º. Na trave foi inconstante, teve vários desequilíbrios, e com 12,950 terminou em 7º. A final de trave foi bela de se assistir, onde apenas uma ginasta teve queda durante a competição.

A grande campeã do dia, e da Copa de Osijek, foi a britânica Ellie Downie, que hoje conquistou o ouro na trave e no solo, sagrando-se campeã de todas as finais competidas nessa edição da Copa. Destaque para as russas Maria Kharenkova, Seda Tutkhalyan e Natalia Kapitonova, que fizeram boa participação e conquistaram 3 medalhas hoje: prata e bronze para Kharenkova e Tutkhalyan na trave e prata para Kapitonova no solo. Destaque também para a ucraniana Yana Horokhova, que conquistou o bronze no solo, algo raro para seu país atualmente, este que já foi potência mundial por diversos anos desde o fim da União Soviética.

No masculino, destaque para o também ucraniano Oleg Verniaiev, que conquistou mais um ouro hoje, dessa vez no salto sobre a mesa, acompanhado de Igor Radivilov que subiu ao pódio em 3º. Verniaiev também era (sempre é) favorito ao ouro na final de paralela, mas com uma queda ficou em 4º, quase beliscando um bronze com 14,800, nota ainda muito boa pensando que a série contou com uma falha grave. O campeão nesse aparelho foi Emin Garibov, russo também brilhante nesse aparelho, mas com nota de partida e linhas corporais ainda ainda inferiores à Verniaiev. Sem apresentar sua nova saída, que também leva seu nome, o cubano Manrique Larduet ficou com a prata nessa final.

A surpresa ficou por conta do turco Umit Samiloglu, que desbancou o americano Paul Ruggeri e ficou com o ouro na barra fixa. Com uma série de boa dificuldade e limpeza considerável, Umit conseguiu 15,225 e sagrou-se campeão nesse aparelho, feito pouco usual para a equipe turca nesse aparelho. Pode ser que as qualidades da equipe estejam mais diversificadas e uma em boas condições de disputar uma vaga olímpica apareça no próximo ciclo.

Resultados completos.

Post de Cedrick Willian